O autor conta a vida de um personagem fictício chamado Simplício que viveu no Rio de Janeiro no séc. XIX.
Esse personagem como admite o próprio autor tem maiores problemas do que o seu nome, sendo esses: miopia física e moral. Não consegue distinguir nada, numa distância maior que duas polegadas diante de seus olhos, sendo assim praticamente cego. Acabou ao longo de sua formação social se tornando uma pessoa encapas de formular opiniões próprias ou de lidar com seus deveres de cidadão. Por ficar órfão de pais ricos aos doze anos Simplício nunca teve dificuldades com dinheiro e teve sua riqueza e herança administrada pelo seu irmão mais velho, mano Américo.
Simplício antes da morte de seus pais estava acostumado a enxergar pelos olhos da sua mãe e a pensar pela inteligência de seu pai, depois passou a viver na escuridão dos olhos e da razão.